... um fim de semana com muita animação...
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Sempre caem as folhas...
PORQUE CAEM SEMPRE AS FOLHAS,
QUANDO CHEGA O OUTONO,
SERÁ QUE TÊM FRIO,
OU SERÁ QUE TÊM SONO?
ERAM VERDES, ESTÃO CASTANHAS,
QUEM AS VÊ E QUEM AS VIU,
AS FOLHAS CAEM NO OUTONO
E AS ÁRVORES FICAM COM FRIO.
PUBLICADA POR ELSA FILIPE
http://eraumaeoutravez.blogspot.pt/2009/10/poesia-de-outono.html
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
A refletir...
Eduardo Sá: “Os
bons filhos são aqueles que nos trazem problemas”
No
novo livro, o psicólogo Eduardo Sá faz uma crítica às escolas e aos pais. Avisa
que "errar é aprender" e que as crianças não devem ser educadas para
se tornarem "modelos normalizados".
“Hoje não vou à escola!”, quantas vezes já
ouviu o seu filho dizer isto, logo pela manhã, acabado de sair da cama? No
início de mais um ano letivo, o psicólogo clínico e
psicanalista Eduardo Sá lança um livro cujo título toma
emprestado o protesto infantil. A ideia é explicar que as crianças saudáveis
são afoitas, curiosas e que, às vezes, não têm vontade de ir às aulas. “Hoje não vou à escola!“,
da editora Lua de Papel, chega esta quinta-feira às livrarias.
Porque “a
família é mais importante do que a escola e brincar é, pelo menos, tão
importante como aprender”, Eduardo Sá fala dos excessos cometidos no
ato de educar uma criança e aponta o dedo tanto a pais como a professores.
Defende que, depois de um longo dia de trabalho, é obrigatório que a criança
brinque (em vez de se lançar aos trabalhos de casa ditos “XXL”). E, antes
de um pai exigir boas notas, deve ensinar ao filho valores como honestidade e
humildade.
A
crítica às escolas é clara, ao Ministério da Educação também: “Os diversos
governos, desde há vários anos — e com todo o respeito — têm gozado com os pais.
Fala-se de uma educação para todos e os jardins-de-infância conseguem ser mais
caros do que as universidades privadas”. Mas também destaca os longos
períodos de aulas e a pouca importância que é dada a disciplinas como
educação física e musical. A solução passa, pois, por criar, em conjunto, um
sistema educativo onde as crianças fujam para a escola em vez de fugir dela (...).
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