Os investigadores deram açúcar a um grupo de bebés e água esterilizada a outro antes do teste do pezinho (um corte no calcanhar) e avaliaram a reacção do cérebro através de um encefalograma. Não foram encontradas diferenças significativas na actividade cerebral dos dois grupos.
Outros estudos têm demonstrado que o açúcar pode servir de analgésico preventivo em bebés muito pequenos, mas as conclusões foram feitas apenas através da observação do rosto das crianças. Os investigadores da University College London dizem que esse relaxamento facial não deve ser interpretado como alívio, uma vez que o cérebro regista a dor.
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